Caso George Floyd: autópsia revela presença do novo coronavírus

Nas últimas semanas, o mundo se mobilizou com a morte de George Floyd, um homem negro de 46 anos.


Sua morte repercutiu após os agentes norte-americanos terem feito uma abordagem violenta, pressionando o seu pescoço contra o asfalto, na cidade de Mineápolis, em Minnesota.

Embora a sua morte tenha sido considera uma parada cardiopulmonar, a sua autópsia revelou a presença do novo coronavírus.


Porém, por mais que Floyd tenha testado positivo para Covid-19, a infecção não foi considerada um fator decisivo na sua morte.


O legista determinou que a morte foi um homicídio. Desde então, quatro polícias que foram demitidos por seu papel no incidente, estão sendo detidos sob acusações criminais, um deles acusado de assassinato.


A autópsia, ao listar a parada cardiopulmonar como a causa da morte de Floyd, também citou "complicada aplicação da lei, restrição, contenção e compressão do pescoço."


Além disso, o relatório também listou vários fatores adicionais como "condições significativas" que contribuem para a morte da vítima, incluindo doenças cardíacas, pressão alta e intoxicação pelo poderoso apióide fentanil, assim como o uso recente de metanfetamina.


O caso aconteceu no dia 25 de maio deste ano, gerando vários protestos no mundo todo. O último suspiro de George Floyd foi gravado por diversos civis e as imagens ficaram gravadas na história dos Estados Unidos.


BBC

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