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Com tornozeleira eletrônica, traficante fazia vídeos eróticos mediante PIX


A prisão domiciliar e o uso de tornozeleira eletrônica não esfriaram as sessões de sexo negociadas pela garota de programa Flávia Tamayo, mais conhecida como Pâmela Pantera. Famosa no mundo pornô, a mulher aproveitou o período da pandemia provocada pela Covid-19 para diversificar seus negócios. No cardápio de novidades, está conteúdo erótico produzido virtualmente para clientes fidelizados.


Quem quiser fazer uma videochamada com a ex-capa das revistas Playboy e Sexy precisa fazer uma transferência via PIX. Diariamente, os dados são expostos pela prostituta. Os valores variam de acordo com o tempo e a performance desempenhada pela Pantera. A estrela da indústria de filmes eróticos voltou à cena após ser condenada a oito anos de prisão pelo crime de tráfico de drogas e associação, conforme revelou o Jornal Metrópoles nessa quinta-feira (22).


Mesmo com a tornozeleira, Pâmela Pantera não deixou de fazer programas e filmar cenas de sexo para alimentar seu canal hospedado em uma plataforma digital especializada em vídeos do gênero. Popular na internet, a atriz pornô acumula mais de 123 milhões de acessos distribuídos por 230 vídeos. O canal conta com pouco mais de 90 mil inscritos, e novos conteúdos são postados com frequência.


Conhecida nacionalmente após ter sido presa durante operação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Pantera foi condenada a oito anos de prisão pelo crime de tráfico de drogas e associação. A estrela da indústria de filmes eróticos foi alvo da ação que desmantelou um esquema de tráfico de drogas conduzido por uma organização criminosa formada por prostitutas.


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