Governo Federal enviou ao RN valor suficiente para 4,5 mil leitos de UTI, diz Rogério Marinho


Reprodução/Instagram

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, detalhou os gastos que do governo Bolsonaro com o Rio Grande do Norte durante a pandemia de covid-19. Segundo ele, Bolsonaro enviou dinheiro suficiente para implantar mais de 4,5 mil leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no estado. As informações foram dadas em entrevista ao programa Meio Dia 98, da 98FM Apodi, nesta sexta-feira (26).


“O estado do RN foi extremamente ajudado pelo governo federal no ano passado. A governadora Fátima tinha muita dificuldade do ponto de vista orçamentário e financeiro e precisaria fazer muitas intervenções na máquina pública para permitir que tivesse uma maior eficácia. Não fez, mas ela teve uma ajuda. No ano passado, o governo federal através da LC 173 transferiu, sem carimbo, como recursos livres, mais de R$ 442 milhões. Esses recursos eram para que Fátima pagasse salários, fornecedores e fechar a conta", afirmou Marinho.


"Além disso, mais R$ 145 milhões para gasto com Saúde e Assistência Social. Mandou mais R$ 50 milhões e depois R$ 299 milhões para os municípios. Não satisfeito, o governo federal ainda fez a lei 14.041 e mandou mais de R$ 308 milhões para o Governo do RN e R$ 190 milhões para municípios. Ainda foi paga a dívida do Governo do RN com organismos internacionais e isso significou mais R$ 39 milhões. Só para resumir o governo federal passou para o governo do estado, sem carimbo, fora a saúde, R$ 812 milhões", completou.


De acordo com o ministro, os recursos seriam suficientes para implantar "4.511 leitos adulto a um preço médio de R$ 180 mil cada". Também serviria para "manter, durante um ano, com diárias de R$ 1.600, 1.390 leitos de UTI", afirmou. "O governo federal cumpriu o seu papel, independente da posição política de qualquer governador”, concluiu Marinho.


Resultados do MDR em 2020

Rogério Marinho ainda destacou trabalho à frente do Ministério do Desenvolvimento Regional e relembrou os trabalhos realizados no ano passado. “Nós temos um acervo de quase 30 mil obras. Entregamos ao país quase 7 mil empreendimentos. Foram 410 mil residências construídas e retomamos 40 mil construções paralisadas. Isto permitiu que preservássemos mais de 4 milhões de postos de trabalho.

PUBLICIDADE