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Sem prédio próprio, PM funciona dentro de pousada no interior do RN


Reprodução

Enquanto na Grande Natal, a discussão é sobre o completo abandono dos centros de polícia nos bairros, no interior do Estado tudo que os policiais militares querem é ter “um cantinho para chamar de seu”. Em Ipanguaçu, por exemplo, a PM está há dois anos funcionando em uma pousada por falta de sede própria. Fato que fez o Ministério Público instaurar um inquérito civil para apurar se o problema é, pelo menos, de conhecimento do Governo do Estado.


Segundo portaria assinada pela promotora de justiça Fernanda Bezerra Guerreiro Lobo, nesta terça-feira (12), quem paga a pousada é a Prefeitura de Ipanguaçu. Mas a situação ainda fica pior: a mudança para a pousada (que deveria ter sido temporária) ocorreu porque o antigo prédio da PM está interditado, correndo risco de desabamento.


“A população de Ipanguaçu tem encontrado dificuldades no acesso à Polícia Militar, haja vista o local onde está instalada”, afirmou a promotora, acrescentando que “além de funcionar em local inadequado, a PM não dispõe de nenhum material de expediente para exercício de suas funções”.


Com toda essa situação, a promotora decidiu instaurar inquérito e deu prazo de 10 dias para o Comando do Destacamento da PM local se manifestar. A ideia é, também, perguntar se a Secretaria Estadual de Segurança sabe do problema e o que falta para resolvê-lo.

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